quinta-feira, 11 de março de 2010

eu vou editar essa merda

Infatoline

Sempre deixando os sentimentos quase explodir dentro do meu peito, e só depois, escrever.

A verdade é que acho que isso só é válido para mim (se realmente for), mas "voi la", vamos ser um pouco egoístas.

Estou sempre causando situações, controlando as impressões, sentindo muito mais do que deveria, confundindo as coisas, e preocupando, me magoando, magoando...
Talvez a vida só tenha sentido quando a gente puder realmente sentí-la.
Sentir, não mais pensar e nem "não-pensar", apenas sentir.

Mãos fascinantes, maturidade, intelectualidade, falta de tempo, idiomas, preconceito, sexualidade, existencialismo barato, dinheiro, autonomia, passado, histórias que não tiveram fim, alguns dias, alguns minutos, algumas noites, algumas lágrimas, algumas esperanças.
Essas coisas me atormentam, mas são tudo o que eu sou.

Eu sou uma idiota esperando que alguém faça alguma coisa.

Ninguém realmente sabe o que é vida se realmente não souber o que é música.

2.

3.

123456789.

Sono, cansaço.

Saudade, nostalgia, melancolia.

Planejando não planejar.

Caos.

tun

~ delirium

meet me

know me

don't forget me

ever

please

darling

Evaporar.

travel

Música, música e mais música. Mil vezes música!

amigos

cervejas

Estudar isso, aquilo e mais aquele outro.

Futuro

sexo

sexo

sexo

tudo é sexo

sexo é tudo

Nunca ser o suficiente.

Tempo.

yesterday

someday

yume

livros

Humildade, maturidade, responsabilidade e compreensão; taí as coisas que mais admiro nesse mundo.

Eu amo o ódio que ele sente de mim, porque faz tanto sentido, e eu amo saber que ele pode estar tão certo e que sim, eu estou errada.

Mas eu odeio aquela indiferença.

Por isso eu sempre odiei a Disney. [?]

Por isso você não precisa ler isso aqui.

solidão

carência

saudade, de novo

that lips

special needs

photo

stay with me

don't leave me again

Cabeça rádio.

Últimas flores. Mas eu sempre odiei flores.

Química romântica, mas eu sempre odiei química...

hearts

Mas essa angústia, independente da situação... ela nunca diz "adeus".

Pensamentos e reproduções jogados ao vento, ou melhor, ao virtual...

E tudo isso é tão infantil... por isso é tão a "minha cara".

5 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. nossa, isso foi complicado de ler, apesar de que ' complicado ' talvez não seja a palavra certa, mas enfim.





    ah, eu ia comentar como usuario, mas não divulgo meu blog, então vai assim mesmo ok ?

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  3. poesia e não-poesia, como sempre.
    Vai entender essa cabecinha...
    Olá, Carol-com-K. o/

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  4. Gostei bastante desse seu texto.

    Meus parabéns.

    Me lembrou de uma música do Jorge Drexler. Bem legal.

    R.B.

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